Estou no aviao, a caminho de NY. Tam, JJ8080.
Fortes emocoes:
1) Comprei aquela coisa inflavel de colocar no pescoco para dormir no aviao. Ha um desafio: encher com ar, tirar a boca, tapar e colocar o plastiquinho, sem que todo o ar escape. Missao impossivel para mim, que acompanhada de um saco de risada, nao conseguia parar de rir, nem para terminar de assoprar. Apos 8 tentativas frustradas no seu proposito final, porem bem sucedidas no quesito gargalhada, desisti, mas o saco de risadas ao meu lado conseguiu!
2) Para minha feliz surpresa, ate que consegui dormir com a tal da coisa inflavel. Eis que no meio da noite, a mulher do meu lado, levanta e comeca a gritar: meu marido, meu marido!
Ela tenta acordar o marido, que nao se mexe. Chamo a aeromoca, apertando incessantemente o botao. Minha amiga, levanta correndo e vai chamar a aeromoca.
O marido acorda, apos acharmos que ele estava morto.
Aparece um impostor, fazendo-se passar por medico, a cara do Benjamin Button. Valia a pena fazer o investimento, e aguardar para ver se um milagre aconteceria, se ele rejuveneceria e tornaria-se tao belo quanto o Brad Pitt. Durante o voo, nada disto aconteceu.
O ex morto vivo, levanta-se e diz que nao esta se sentindo bem.
A mulher dele, ao meu lado, comeca a revirar os olhos, fazer uma cara muito estranha e desmaia.
O impostor, coloca a cabeca dela para baixo, e ela acorda.
Forma-se uma fila de curiosos, e eu, que quase nao sou curiosa, posso assistir tudo de camarote, pois minha cadeira esta imediatamente ao lado do show.
As aeromocas, desfilam suas frases prontas: meu senhor, este nao e o procedimento de desmaiar, minha senhora, aceita um suco.
Quando a esposa do ex morto vivo acorda do desmaio, ele volta a passar mal. Mas que diabo e isto? Cade o Dr. House?
Sera contagioso? Me parece que nada mais e que um piti a dois.
Anunciam no microfone se tem algum medico a bordo. Duas medicas se voluntariam para ajudar. Uma nao consegue auscultar o ex morto vivo por causa do barulho do aviao.
Meu diagnostico se confirma: piti a dois. A tampa e a panela histericas, acalmam-se, o show termina, e para minha sorte, com toda esta confusao, o tempo passou rapido e em menos de 1 hora chegamos a big apple.
sábado, 18 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
Pessach moderno
Era uma vez um grupo de judeus, que trabalhavam como escravos. Ao invés de servirem aos faraós, eles serviam a seus chefes e clientes, de empresas multinacionais, consultorias renomadas, clientes de seus escritórios, escolas, etc.
Trabalhavam de sol a pôr do sol, todos os dias, construindo pirâmides sociais. Não eram chicoteados, mas muitas vezes, trabalhavam mais do que queriam, e deixavam de fazer aquilo que mais os aprazia.
Estes judeus, decidiram que era hora de parar com esta escravidão, ainda que temporariamente, e ir para a terra prometida.
Eles saíram muito cedo, fugidos de suas tarefas cotidianas e durante um longo período cruzaram o deserto e a balsa, para chegar a terra prometida.
E em uma sexta-feira santa, chegaram a terra prometida. Um oásis no alto da montanha, emoldurado por uma linda vista, por águas frescas e cores sem precedentes.
Nem tudo foi fácil, tiveram que enfrentar as 10 pragas, dentre elas:
- besouros voadores atacando a comida dos pobres itinerantes
- sol escaldante
- subidas extenuantes
- ataques da mosca tse tse
- falta de controle remoto
- fila para o café
- ausência de transmissão do jogo de futebol
- ausência de água de côco
- ameaça de caquinhos de vidros
- discussão de temas polêmicos
O povo escolhido, (pela neta do Jojo) passou uma Páscoa deliciosa em conjunto.
A festa de pessach, simboliza a travessia e nos relembra da escravidão e da importância da liberdade. Também comemoramos que a vida dá voltas, e se hoje estamos vivendo momentos difíceis, amanhã seremos livres e felizes. A festa também comemora o aniversário, não do Messias, mas de uma mediadora de plantão :-) que torce para que estes momentos felizes, na companhia de amigos, tenham longa duração.
Trabalhavam de sol a pôr do sol, todos os dias, construindo pirâmides sociais. Não eram chicoteados, mas muitas vezes, trabalhavam mais do que queriam, e deixavam de fazer aquilo que mais os aprazia.
Estes judeus, decidiram que era hora de parar com esta escravidão, ainda que temporariamente, e ir para a terra prometida.
Eles saíram muito cedo, fugidos de suas tarefas cotidianas e durante um longo período cruzaram o deserto e a balsa, para chegar a terra prometida.
E em uma sexta-feira santa, chegaram a terra prometida. Um oásis no alto da montanha, emoldurado por uma linda vista, por águas frescas e cores sem precedentes.
Nem tudo foi fácil, tiveram que enfrentar as 10 pragas, dentre elas:
- besouros voadores atacando a comida dos pobres itinerantes
- sol escaldante
- subidas extenuantes
- ataques da mosca tse tse
- falta de controle remoto
- fila para o café
- ausência de transmissão do jogo de futebol
- ausência de água de côco
- ameaça de caquinhos de vidros
- discussão de temas polêmicos
O povo escolhido, (pela neta do Jojo) passou uma Páscoa deliciosa em conjunto.
A festa de pessach, simboliza a travessia e nos relembra da escravidão e da importância da liberdade. Também comemoramos que a vida dá voltas, e se hoje estamos vivendo momentos difíceis, amanhã seremos livres e felizes. A festa também comemora o aniversário, não do Messias, mas de uma mediadora de plantão :-) que torce para que estes momentos felizes, na companhia de amigos, tenham longa duração.
terça-feira, 7 de abril de 2009
La dolce vita
Toda vez que vou ao cinema para ver um determinado filme, o filme está lotado e entro em outro, eu me arrependo.
No mundo corporativo, os chatos chamariam isto de falta de foco.
Eu chamo de tentar surpreender-se com o inesperado. Quase sempre me dou mal.
Claro que já passei por algumas situações antológicas (ou seja de anta), quando por exemplo fui assistir sei lá o que, não consegui e entrei em um filme chamado:
"O sabor da melancia".
Era um filme horroroso, chinês, que o cara transava com uma melancia. Saí no meio. Incrivelmente, minha companhia, ficou até o fim. Vai entender...
Uma vez, no tempo em que o cinema não tinha estes carpetes coloridos, fui ver Roger Rabitt, e acabei assistindo Willow na Terra da Magia. Uma chatice só.
Esta semana, fui ver o Visitante, mas muitos outros visitantes chegaram antes de mim, e acabei assistindo "Simplesmente feliz". Pelo título, só o diretor deve ter ficado feliz. O filme é um purgante com uma mulher, cuja sinopse diz que é otimista, mas este é um eufemismo para tonta.
Pior foi uma amigo meu, que foi com a avó assistir "A bela e a fera", mas estava lotado, e entrou em um filme que tinha récem estreado, e ele não sabia do que se tratava: "Instinto Selvagem". Aposto que até hoje a avó nunca mais cruzou as pernas na presença dele.
No mundo corporativo, os chatos chamariam isto de falta de foco.
Eu chamo de tentar surpreender-se com o inesperado. Quase sempre me dou mal.
Claro que já passei por algumas situações antológicas (ou seja de anta), quando por exemplo fui assistir sei lá o que, não consegui e entrei em um filme chamado:
"O sabor da melancia".
Era um filme horroroso, chinês, que o cara transava com uma melancia. Saí no meio. Incrivelmente, minha companhia, ficou até o fim. Vai entender...
Uma vez, no tempo em que o cinema não tinha estes carpetes coloridos, fui ver Roger Rabitt, e acabei assistindo Willow na Terra da Magia. Uma chatice só.
Esta semana, fui ver o Visitante, mas muitos outros visitantes chegaram antes de mim, e acabei assistindo "Simplesmente feliz". Pelo título, só o diretor deve ter ficado feliz. O filme é um purgante com uma mulher, cuja sinopse diz que é otimista, mas este é um eufemismo para tonta.
Pior foi uma amigo meu, que foi com a avó assistir "A bela e a fera", mas estava lotado, e entrou em um filme que tinha récem estreado, e ele não sabia do que se tratava: "Instinto Selvagem". Aposto que até hoje a avó nunca mais cruzou as pernas na presença dele.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
O inferno são os outros
Eu reconheço que sou a típica pseudo-cética. Cética sim, mas também não custa nada ler o horoscopo de vez em quando e como uma grande amiga definiu maravilhosamente: de tempos em tempos, a gente paga para ouvir umas mentiras e ficar feliz.
Pois é, eis que estou no tal do inferno astral.
É uma boa justificativa para tudo que dá errado neste período. Como se não bastasse estar próxima de ficar um ano mais velha, ainda tem que vir acompanhado de um inferno, seja lá de que tipo.
Já dizia Sartre que o inferno são os outros. E eu concordo.
Inferno é acordar a noite com um alarme de carro que dispara
Inferno é festinha infantil no salão do prédio no domingo a tarde, quando você está super gripada, querendo descansar
Inferno é dispensar uma pessoa no trabalho, e ela sair da sua sala e ir direto falar mal de você para seu chefe
Inferno é o telefone com o 7 quebrado ser diagnosticado como: impossibilitado de ser consertado.
Inferno é não ter paciência para comprar um novo ferro de passar (a propósito: o anterior eu ganhei na drogaria são paulo, numa daquelas promoções de juntar pontos)
Inferno é esquecer o nome do vizinho de sala de consultório que sempre me cumprimenta falando o meu nome
Inferno é finalmente achar um lustre lindo, após 2 anos de procura, e no dia da instalação levar o cano da loja
Inferno é estar com febre e ter que fazer inalação no fogão (da próxima vez que juntar os pontos da drogaria, vou trocar por um inalador)
Inferno é passar por tudo isto, e ainda ter que manter o bom humor!
Que passe logo o inferno e que venha o inverno
Ok, inferno é ter que aguentar um trocadilho batido deste!
Pois é, eis que estou no tal do inferno astral.
É uma boa justificativa para tudo que dá errado neste período. Como se não bastasse estar próxima de ficar um ano mais velha, ainda tem que vir acompanhado de um inferno, seja lá de que tipo.
Já dizia Sartre que o inferno são os outros. E eu concordo.
Inferno é acordar a noite com um alarme de carro que dispara
Inferno é festinha infantil no salão do prédio no domingo a tarde, quando você está super gripada, querendo descansar
Inferno é dispensar uma pessoa no trabalho, e ela sair da sua sala e ir direto falar mal de você para seu chefe
Inferno é o telefone com o 7 quebrado ser diagnosticado como: impossibilitado de ser consertado.
Inferno é não ter paciência para comprar um novo ferro de passar (a propósito: o anterior eu ganhei na drogaria são paulo, numa daquelas promoções de juntar pontos)
Inferno é esquecer o nome do vizinho de sala de consultório que sempre me cumprimenta falando o meu nome
Inferno é finalmente achar um lustre lindo, após 2 anos de procura, e no dia da instalação levar o cano da loja
Inferno é estar com febre e ter que fazer inalação no fogão (da próxima vez que juntar os pontos da drogaria, vou trocar por um inalador)
Inferno é passar por tudo isto, e ainda ter que manter o bom humor!
Que passe logo o inferno e que venha o inverno
Ok, inferno é ter que aguentar um trocadilho batido deste!
segunda-feira, 30 de março de 2009
Agradeço a santo expedito pela graça alcançada
Parece que a tecnologia rebelou-se contra mim.
Esta semana quebrou meu telefone sem fio. Não trata-se de um celular, e sim de um telefone sem fio mesmo. O defeito era tão ridiculo que deu vergonha de levar na assistencia tecnica. A tecla 7 não funcionava. Parece até meio cabalistico, não?
Pois e, não podia ligar para nenhum número que tivesse a tecla 7. Claro que descobri que 98% das pessoas para quem ligo, tem este número nos seus telefones.
Já passaram as 48 horas que teoricamente demoraria para receber o orçamento do conserto.
Aposto que o valor será múltiplo de 7.
Ainda na mesma semana, este computador, por onde digito agora na maior felicidade, e que tem apenas 3 meses sob minha jurisdição, quebrou feio. Nada acontecia, apenas uma mensagem tão assustadora quanto o Robot do fim de Lost, dizendo que o hardware tinha que ser formatado. Sim, isto significa perder tudo o que nele tinha. Passei o fim de semana apavorada e lamentando não ter back up de absolutamente tudo!
A assistência técnica da HP foi um desastre. Uma hora ao telefone, e não adiantou nada.
O rapaz da informática onde trabalho, resolveu o problema em 15 minutos, sem perder nenhum dado meu. Nem o IR foi danificado, o que significa que felizmente não vou ter que refazer, e infelizmente não aconteceu o milagre da restituição.
O ferro de passar roupa também está com defeito. Segundo quem o usa, ele está grudando na roupa. Já sei de uma roupa destruída e temo por saber do restante.
Needless to mention que meu dvd não funcionou no domingo chuvoso com gripe. Incrível. Eu tinha 8 episódios de lost para assistir, mas o dvd que meu amigo gravou não era compatível com meu dvd.
Meus anseios alternaram-se entre: vontade de chorar, vontade de quebrar todos os eletrodomesticos da casa, vontade de acender uma vela e voltar a um tempo mais descomplicado, vontade de assaltar a fast shop e comprar tudo novo, vontade de ler um livro e dormir. A última vontade, em conjunto com o bom senso, prevaleceu.
Agradeço a sto expedito e ao rapaz de IT por ter salvo este computador e seu conteúdo tão precioso para mim.
Esta semana quebrou meu telefone sem fio. Não trata-se de um celular, e sim de um telefone sem fio mesmo. O defeito era tão ridiculo que deu vergonha de levar na assistencia tecnica. A tecla 7 não funcionava. Parece até meio cabalistico, não?
Pois e, não podia ligar para nenhum número que tivesse a tecla 7. Claro que descobri que 98% das pessoas para quem ligo, tem este número nos seus telefones.
Já passaram as 48 horas que teoricamente demoraria para receber o orçamento do conserto.
Aposto que o valor será múltiplo de 7.
Ainda na mesma semana, este computador, por onde digito agora na maior felicidade, e que tem apenas 3 meses sob minha jurisdição, quebrou feio. Nada acontecia, apenas uma mensagem tão assustadora quanto o Robot do fim de Lost, dizendo que o hardware tinha que ser formatado. Sim, isto significa perder tudo o que nele tinha. Passei o fim de semana apavorada e lamentando não ter back up de absolutamente tudo!
A assistência técnica da HP foi um desastre. Uma hora ao telefone, e não adiantou nada.
O rapaz da informática onde trabalho, resolveu o problema em 15 minutos, sem perder nenhum dado meu. Nem o IR foi danificado, o que significa que felizmente não vou ter que refazer, e infelizmente não aconteceu o milagre da restituição.
O ferro de passar roupa também está com defeito. Segundo quem o usa, ele está grudando na roupa. Já sei de uma roupa destruída e temo por saber do restante.
Needless to mention que meu dvd não funcionou no domingo chuvoso com gripe. Incrível. Eu tinha 8 episódios de lost para assistir, mas o dvd que meu amigo gravou não era compatível com meu dvd.
Meus anseios alternaram-se entre: vontade de chorar, vontade de quebrar todos os eletrodomesticos da casa, vontade de acender uma vela e voltar a um tempo mais descomplicado, vontade de assaltar a fast shop e comprar tudo novo, vontade de ler um livro e dormir. A última vontade, em conjunto com o bom senso, prevaleceu.
Agradeço a sto expedito e ao rapaz de IT por ter salvo este computador e seu conteúdo tão precioso para mim.
sábado, 14 de março de 2009
A volta a meio mundo em 20 dias
Estou em Zurich.
Descobri que o frio na barriga de passar por fronteiras mantem-se, mesmo apos tantas viagens.
Com toda minha quilometragem atual, chego na imigracao e o guarda, me pergunta se falo ingles ou alemao. Fiquei confusa na hora, e respondi: Ya, I mean, english!
Ele me pergunta se eu vim a trabalho ou a turismo e de novo, demoro a responder.
Vim a trabalho, mas meu espirito veio a turismo.
Ate acho ruim ter que usar espaco na mala para sapatos que so vou usar em reunioes, e alguns materiais que trouxe!
Conformo-me. Se nao fosse a trabalho, nao estaria aqui.
Meu hotel fica a menos de 100m da fabrica da Lindt. Ja tirei uma foto. Hoje e sabado, a fabrica esta fechada para visitas. Compensei as 12 horas sentada no aviao, com 3 horas initerruptas de passeio, enquanto nao escurecia. E uma cidade bonita, onde se ouve muitos idiomas, e como ja era de se esperar, tem mais bancos que Moscow. Incrivel: Moscow, aquela cidade que um dia em um passado remoto ja foi comunista, parecia ser o lugar com mais bancos no mundo! Quase todos na Paradeplatz, um dos centros financeiros do mundo, que de acordo com o guia, no passado era um pig market! (Acho que continua sendo...)
Ja comecei o regime de engorda. Impossivel nao comecar. Muitos queijos, chocolates e ate bala pez.
Amanha cedo vou para Gruyere. Pretendo cair em um caldeirao de foundae.
TempressanObelix
obs: estava no transito terrivel para chegar ao aeroporto e digo ao taxista:
- moco, por favor, va o mais rapido que puder
ele responde: nao se preocupe, tambem estou com pressa, preciso ir no banheiro o quanto antes!
e eu pensei: pronto, so me faltava esta, agora o homem vai ter um piriri aqui!
Descobri que o frio na barriga de passar por fronteiras mantem-se, mesmo apos tantas viagens.
Com toda minha quilometragem atual, chego na imigracao e o guarda, me pergunta se falo ingles ou alemao. Fiquei confusa na hora, e respondi: Ya, I mean, english!
Ele me pergunta se eu vim a trabalho ou a turismo e de novo, demoro a responder.
Vim a trabalho, mas meu espirito veio a turismo.
Ate acho ruim ter que usar espaco na mala para sapatos que so vou usar em reunioes, e alguns materiais que trouxe!
Conformo-me. Se nao fosse a trabalho, nao estaria aqui.
Meu hotel fica a menos de 100m da fabrica da Lindt. Ja tirei uma foto. Hoje e sabado, a fabrica esta fechada para visitas. Compensei as 12 horas sentada no aviao, com 3 horas initerruptas de passeio, enquanto nao escurecia. E uma cidade bonita, onde se ouve muitos idiomas, e como ja era de se esperar, tem mais bancos que Moscow. Incrivel: Moscow, aquela cidade que um dia em um passado remoto ja foi comunista, parecia ser o lugar com mais bancos no mundo! Quase todos na Paradeplatz, um dos centros financeiros do mundo, que de acordo com o guia, no passado era um pig market! (Acho que continua sendo...)
Ja comecei o regime de engorda. Impossivel nao comecar. Muitos queijos, chocolates e ate bala pez.
Amanha cedo vou para Gruyere. Pretendo cair em um caldeirao de foundae.
TempressanObelix
obs: estava no transito terrivel para chegar ao aeroporto e digo ao taxista:
- moco, por favor, va o mais rapido que puder
ele responde: nao se preocupe, tambem estou com pressa, preciso ir no banheiro o quanto antes!
e eu pensei: pronto, so me faltava esta, agora o homem vai ter um piriri aqui!
domingo, 8 de março de 2009
Mordida pelo leão

Pela primeira vez, fui mordida pelo leão.
Não consigo entender! Já sou tributada em 27,5% na fonte, declaro tudo certinho, gastei quase 10 pilas a mais com seguro de saúde e ainda vou ter que pagar uma grana de Imposto de Renda.
Oh dia, oh ceus! Não me conformo. Justo euzinha, que sempre fiz a declaração no início do prazo, para receber a restituição logo, que ficava acompanhando em qual lote eu receberia, quase com a mesma ansiedade de olhar a lista de aprovados do vestibular, e eis que este ano, inaugurei a mordida!
Parece que foi ontem, que eu estava voltando de um almoço no América, com as queridissimas tranqueiras e falávamos disto. Todas iam ter que pagar, e eu ia receber. Pois é, entrei para o clube este ano! Que merda de clube!
Viajada pelo mundo que sou, ainda assim, sempre dá um medinho e amanhã inauguro a volta em parte do mundo a trabalho, em 3 semanas. Começo com Ubatuba.
Em função deste medinho que sempre me acompanha nas viagens, e na fragilidade iminente pós tiroteio na porta de casa, reforcei meu testamento oral com familiares. E como sempre, destinei uma parte para os bichos. Pandas e Baleias. Os bichos que mais me emocionaram nos últimos anos. Claro, que como sempre, tive que aguentar todas as piadinhas, mas como diria meu avô, se você deixar menos para os seus, também está bom. Mas reitero que para o leão, não quero deixar nadica!
Hasta la vuelta
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