minha grande amiga me trouxe meu doce predileto...
Uma delicia! Ovos e côco e muito, muito açúcar. Caiu como uma luva para adoçar um domingo um pouco amargo.
Outros grandes momentos do fim de semana: início, meio e fim de puzzle da grow;
Momento lost: vi um onibus soltando uma fumaça preta igualzinha a do Lost. A fumaça provavelmente deve ser tão ou mais letal que a do lost. Só que não escolhe quem vai atacar. Eu não estava no Oceanic 815 e levei uma baforada em plena rua. E a fumaça foi caminhando como se tivesse vida própria pela Dr. Arnaldo.
Desisti de assistir Budapeste. Tentei 2 vezes. Tem coisas que não adianta ficar tentando, insistindo, simplesmente não vai. O botão do stop do controle remoto deveria existir em nós também.
Bom, talvez seja possível substituí-lo por um pouco de vinho.
domingo, 21 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
Na verdade eu sou assim
Em 1998, fui a um show do Tim Maia e ele também foi! Que sorte! Foi exatamente como eu esperava, grande atraso, ele completamente zureta, reclamando do som o tempo todo, e tocando todas as musicas que eu adorava. Alguns meses depois ele morreu.
Perdi alguns shows que gostaria muito de ter ido: Raul Seixas, Vinicius de Morais , Queen e Paul McCartney (este último preteri por ser concomitante com a minha festa de formatura da escola).
Esta semana fui ao show do Ney Matogrosso. Estava super animada, fazia tempo que não ia a um show, pensei que chegaria lá e o encontraria semi nu, cheio de plumas e penas cantando os sucessos da época dos Secos e Molhados, outros do Chico, Cazuza, bem performatico, etc.
O Ney Matogrosso e o Tim Maia são dois cantores que tem o poder de me fazer ficar feliz ou triste quase que instantaneamente.
Posso ter ganho na megasena, mas se ouvir um baladinha de um destes dois, me emociona na hora. Posso estar muito triste, mas se ouvir uma das músicas mais agitadas deles, sorrio na hora. Descobridor dos 7 mares é um exemplo disto. Pois bem cheguei, quero ficar bem a vontade, na verdade eu sou assim...
O show foi o avesso da expectativa. Eis que ele fez um show totalmente intinimista, somente com músicas muito lentas, e meio triste. Fiquei o tempo esperando ocorrer uma explosão mais alegre, e nada. O ponto mais animado, foi quando ele tocou Fascinação, que convenhamos, léguas de ser animada. Os sonhos mais lindos, sonhei com você... Bom, daí para a nostalgia foi um pulinho lépido. Fiquei lembrando da primeira vez que fui nesta casa de show, quando ainda chamava-se Palace e assisti pela primeira vez a um show do Chico. Era o Paratodos. Que lindo que foi!
E para terminar, a musica que ele não cantou, mas que é minha trilha sonora neste momento.
Que falta me faz um xodó. Mas como eu não tenho ninguém, eu levo a vida assim tão só...
Perdi alguns shows que gostaria muito de ter ido: Raul Seixas, Vinicius de Morais , Queen e Paul McCartney (este último preteri por ser concomitante com a minha festa de formatura da escola).
Esta semana fui ao show do Ney Matogrosso. Estava super animada, fazia tempo que não ia a um show, pensei que chegaria lá e o encontraria semi nu, cheio de plumas e penas cantando os sucessos da época dos Secos e Molhados, outros do Chico, Cazuza, bem performatico, etc.
O Ney Matogrosso e o Tim Maia são dois cantores que tem o poder de me fazer ficar feliz ou triste quase que instantaneamente.
Posso ter ganho na megasena, mas se ouvir um baladinha de um destes dois, me emociona na hora. Posso estar muito triste, mas se ouvir uma das músicas mais agitadas deles, sorrio na hora. Descobridor dos 7 mares é um exemplo disto. Pois bem cheguei, quero ficar bem a vontade, na verdade eu sou assim...
O show foi o avesso da expectativa. Eis que ele fez um show totalmente intinimista, somente com músicas muito lentas, e meio triste. Fiquei o tempo esperando ocorrer uma explosão mais alegre, e nada. O ponto mais animado, foi quando ele tocou Fascinação, que convenhamos, léguas de ser animada. Os sonhos mais lindos, sonhei com você... Bom, daí para a nostalgia foi um pulinho lépido. Fiquei lembrando da primeira vez que fui nesta casa de show, quando ainda chamava-se Palace e assisti pela primeira vez a um show do Chico. Era o Paratodos. Que lindo que foi!
E para terminar, a musica que ele não cantou, mas que é minha trilha sonora neste momento.
Que falta me faz um xodó. Mas como eu não tenho ninguém, eu levo a vida assim tão só...
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Briga no supermercado
Ir ao supermercado não é das tarefas que eu gosto. Aliás, por isto, considero tarefa.
Hoje fui.
E presenciei uma briga.
Estava na fila preferencial para idosos ou menos de 10 volumes. (Eu tinha menos de 10 volumes, os de sempre: iogurte, requeijão, frutas, torrada, e só).
A mulher atrás de mim, implicou com a família que estava na minha frente na fila. Não percebeu que estavam com um idoso a tiracolo. Ficou insinuando que tinham que mudar de fila. O idoso se aborreceu e deu-lhe uma: isto é uma família, meus 2 filhos estão comigo, nos fazemos compras juntos e fazemos as refeiçoes juntos.
Não satisfeita, a mulher ainda ironizou: "mas é o pai que paga a conta...". Eis que a filha do idoso, com toda a razão, deu-lhe uma: "o que a senhora tem a ver com isto? não sabe quem paga o que, tá se metendo por que?". Enfim, um barraco na fila.
Este post foi meia boca, mas é só um ensaio para voltar de vez. Mais de 2 meses enferrujada.
Hoje fui.
E presenciei uma briga.
Estava na fila preferencial para idosos ou menos de 10 volumes. (Eu tinha menos de 10 volumes, os de sempre: iogurte, requeijão, frutas, torrada, e só).
A mulher atrás de mim, implicou com a família que estava na minha frente na fila. Não percebeu que estavam com um idoso a tiracolo. Ficou insinuando que tinham que mudar de fila. O idoso se aborreceu e deu-lhe uma: isto é uma família, meus 2 filhos estão comigo, nos fazemos compras juntos e fazemos as refeiçoes juntos.
Não satisfeita, a mulher ainda ironizou: "mas é o pai que paga a conta...". Eis que a filha do idoso, com toda a razão, deu-lhe uma: "o que a senhora tem a ver com isto? não sabe quem paga o que, tá se metendo por que?". Enfim, um barraco na fila.
Este post foi meia boca, mas é só um ensaio para voltar de vez. Mais de 2 meses enferrujada.
domingo, 13 de dezembro de 2009
Seu delegado prende o Tadeu
Soube que no meu predio tinha um morador que é um delegado e que é um cara super casca grassa, que agride a esposa verbal e fisicamente.
Dizem as más línguas do prédio que ele xingava ela de vaca, e que batia nela.
Eu achava que o tal do delegado era um determinado cara.
Um careca, que mora aqui, meio fortao, com uma cara muito invocada, que as vezes eu encontro no sala de ginastica, fazendo esteira.
Eu mal cumprimentava o cara, apenas grunhia um bom dia, ou boa noite, dependendo da cor do ceu, e me resignava do outro lado, olhando o cara, de rabo de olho, vez em quando, e mentalmente querendo dizer para ele que ele era um imbecil, um idiota, que nada justifica agredir uma outra pessoa fisicamente, principamente sua esposa, etc, etc, etc.
Eis que outro dia o zelador me conta que o tal do delegado mudou de prédio. Alugava aqui e deixou de alugar.
Achei ótimo. Um doido a menos aqui.
Pois outro dia, estou na garagem e vejo o tal do delegado por quem, secetamente nutro um ódio imenso, e por outro lado, não de forma paradoxa, morro de medo.
Perguntei para o zelador: o que o ex inquilino faz aqui?
- ex inquilino?
- sim, o tal do delegado
- o delegado nunca mais apareceu por aqui
- aquele careca nao e o delegado?
- nãoooooooooo............. aquele não é o delegado.....
Ou seja, passei meses com medo do cara errado!
Claro que achando que o cara era o delegado, já tinha concluído que a cara dele era mesmo de dar medo, que o olhar era violento, etc, etc.
Acho melhor nem saber agora qual é a profissão deste aí. Se souber que é veterinário de chinchila vai ser mais constrangedor!
Dizem as más línguas do prédio que ele xingava ela de vaca, e que batia nela.
Eu achava que o tal do delegado era um determinado cara.
Um careca, que mora aqui, meio fortao, com uma cara muito invocada, que as vezes eu encontro no sala de ginastica, fazendo esteira.
Eu mal cumprimentava o cara, apenas grunhia um bom dia, ou boa noite, dependendo da cor do ceu, e me resignava do outro lado, olhando o cara, de rabo de olho, vez em quando, e mentalmente querendo dizer para ele que ele era um imbecil, um idiota, que nada justifica agredir uma outra pessoa fisicamente, principamente sua esposa, etc, etc, etc.
Eis que outro dia o zelador me conta que o tal do delegado mudou de prédio. Alugava aqui e deixou de alugar.
Achei ótimo. Um doido a menos aqui.
Pois outro dia, estou na garagem e vejo o tal do delegado por quem, secetamente nutro um ódio imenso, e por outro lado, não de forma paradoxa, morro de medo.
Perguntei para o zelador: o que o ex inquilino faz aqui?
- ex inquilino?
- sim, o tal do delegado
- o delegado nunca mais apareceu por aqui
- aquele careca nao e o delegado?
- nãoooooooooo............. aquele não é o delegado.....
Ou seja, passei meses com medo do cara errado!
Claro que achando que o cara era o delegado, já tinha concluído que a cara dele era mesmo de dar medo, que o olhar era violento, etc, etc.
Acho melhor nem saber agora qual é a profissão deste aí. Se souber que é veterinário de chinchila vai ser mais constrangedor!
sábado, 5 de dezembro de 2009
Ladrão que rouba ladrão...
O restaurante próximo ao meu trabalho é bastante simples, com PFs gostosos e a preços honestos.
Na semana passada, ouvimos tiros nos arredores, por volta das 11hs da manhã. Rapidamente a notícia espalhou-se de que este restaurante tinha sido assaltado.
Na hora do almoço, passamos por lá e perguntamos o que houve.
Segue narrativa da filha do dono do restaurante:
"Foi antes do restaurante abrir. Chegaram 2 homens, com avental branco e disseram que eram da vigilância sanitária.
Eu falei: espera aí, que eu já trago a propina, mas eles foram entrando e disseram que iam fechar o restaurante, então meu irmão viu, achou que era falso, e perguntou onde estava o documento provando que eram da vigilância sanitária.
Eles disseram que era o crachá que valia. Meu irmão não acreditou e pegou a arma. Eles disseram que era um assalto, e puxaram a arma. Meu irmão atirou para cima, e eles fugiram correndo."
A história do assalto já caiu em segundo ou terceiro plano. O mais incrível foi a naturalidade que a mulher contou a seus clientes que iria pagar propina.
Moral da história: imaginem como deve ser a cozinha do estabelecimento...
Moral da historia 2: a comida é boa, e seja lá quais forem os vermes, já estou habituada a eles
Na semana passada, ouvimos tiros nos arredores, por volta das 11hs da manhã. Rapidamente a notícia espalhou-se de que este restaurante tinha sido assaltado.
Na hora do almoço, passamos por lá e perguntamos o que houve.
Segue narrativa da filha do dono do restaurante:
"Foi antes do restaurante abrir. Chegaram 2 homens, com avental branco e disseram que eram da vigilância sanitária.
Eu falei: espera aí, que eu já trago a propina, mas eles foram entrando e disseram que iam fechar o restaurante, então meu irmão viu, achou que era falso, e perguntou onde estava o documento provando que eram da vigilância sanitária.
Eles disseram que era o crachá que valia. Meu irmão não acreditou e pegou a arma. Eles disseram que era um assalto, e puxaram a arma. Meu irmão atirou para cima, e eles fugiram correndo."
A história do assalto já caiu em segundo ou terceiro plano. O mais incrível foi a naturalidade que a mulher contou a seus clientes que iria pagar propina.
Moral da história: imaginem como deve ser a cozinha do estabelecimento...
Moral da historia 2: a comida é boa, e seja lá quais forem os vermes, já estou habituada a eles
Dias úteis
Faltam 10 dias para as férias. 10 dias de trabalho.
Não posso chamar estes dias de úteis. Úteis são os dias que eu não tenho que acordar com o despertador, não tenho que colocar roupa de trabalhar, não tenho que esperar meio dia para poder comer.
Outro dia, resolvi quebrar a ditadura do relógio e sai para almoçar as 11:15, no trabalho. Os restaurantes dos arredores não estavam abertos!
É isto que é considerado dia útil?
Lamentável...
Não posso chamar estes dias de úteis. Úteis são os dias que eu não tenho que acordar com o despertador, não tenho que colocar roupa de trabalhar, não tenho que esperar meio dia para poder comer.
Outro dia, resolvi quebrar a ditadura do relógio e sai para almoçar as 11:15, no trabalho. Os restaurantes dos arredores não estavam abertos!
É isto que é considerado dia útil?
Lamentável...
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Vai para o tanque, D. Geralda!
Hoje eu estava no trânsito e um cara pediu passagem.
Eu estava falando no celular com uma amiga, sim, eu sei, tuuuuudo errado, e não vi que o cara tinha pedido passagem.
Eis que o moço abre a janela do carro, e diz:
"Sabe, às vezes a gente precisa de passagem, e às vezes a gente precisa dar passagem para os outros. Isto se chama reciprocidade!"
Eu fiquei envergonhada. Ele tinha toda razão.
E fiquei muito surpresa: só estou acostumada com xingamentos tenebrosos ou o famoso: Vai para o tanque, D. Maria!
Ah, com estes ando bem acostumada!
Eu estava falando no celular com uma amiga, sim, eu sei, tuuuuudo errado, e não vi que o cara tinha pedido passagem.
Eis que o moço abre a janela do carro, e diz:
"Sabe, às vezes a gente precisa de passagem, e às vezes a gente precisa dar passagem para os outros. Isto se chama reciprocidade!"
Eu fiquei envergonhada. Ele tinha toda razão.
E fiquei muito surpresa: só estou acostumada com xingamentos tenebrosos ou o famoso: Vai para o tanque, D. Maria!
Ah, com estes ando bem acostumada!
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