Tem gente que nasceu com a capacidade de consertar coisas. E tem gente que nem sequer se atreve a tentar consertar coisas e que quando tenta, só se dá mal.
Trouxe da Tailândia, uma bela estátua de artesanato. A estátua quebrou no vôo. Comprei superbonder para colar a parte quebrada. Tendo em vista meu histórico com superbonder, resolvi usar um pano, para não colar o dedo na estátua. Foi um desastre: colei os quatro dedos no pano e o pano na estátua. Haja água corrente para soltar tudo. Os dedos ficaram com cola por uns 3 dias.
Acho incrível aquelas pessoas que sabem desmontar uma tomada, arrumar fio, fio acola. E nada tem a ver com instrução, afinal nunca vi um eletrecista, ou encanador, com PhD. Parece ser algo nato.
Hoje sugeri a uma pessoa que precisava levar um quadro gigantesco, de presente de casamento, para o interior, que amarrasse em cima do carro. A outra opção era despachar via correio (em greve) ou alugar um carro imenso para que o quadro coubesse.
Ele comprou plástico bolha, preparou uma treliça para amarrar o quadro no capô do carro e partiu em viagem. Resultado: o quadro quebrou no meio, ele que era o padrinho do casório, não chegou a tempo, porque teve que parar várias vezes na estrada para re-amarrar o quadro, inutilmente, já que quebrou no fim da história, e eu ainda estou me sentindo culpada por ter dado a ideia de girico.
A propósito, não sei o que é girico, mas parece que suas ideias fazem parte da minha especialidade
sábado, 19 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
Óculos e Ósculos
Usei óculos muitos anos. Um mais feio que o outro, uma mais frágil que o outro, o que me deixava bastante estressada, afinal já fui míope de 6 graus. Ah, quantas vezes não quebrei os óculos. Perder, nunca perdi. Nenhum míope de 6 graus perde os óculos. Não é louco.
Depois veio a lente de contato. Era super cara e trabalhosa, tinha que ferver todos os dias, um momente de cuidados. Aos 23 anos me livrei disto tudo. Não tem preço enxergar o shampoo no banho depois de 15 anos. Não teve preço acampar em machu picchu sem precisar me preocupar com a chuva embassando os óculos ou com os cuidados de higiene da lente de contato.
Grande parte dos meus amigos que também operaram, tiveram suas míopias (ou parte delas) retornadas. Felizmente ainda não fui inclusa neste grupo. Nem tampouco, pela idade, no grupo dos que precisam de óculos para ler. Ainda tenho alguns anos para aproveitar.
E eis, que subitamente, as animações que eu tanto gosto de ver no cinema, passam a exigir óculos, porque são 3D. Why the hell???
Não me faz diferença se os balões do Mr. Friederissen estão a um palmo de distância. A beleza deles está nas cores e nos sonhos, e não na proximidade.
E fiquei pensando em quem é míope e tem que colocar um óculos sobre o outro. Que chatice!
A miopia sai de você, mas você não sai da miopia!
Depois veio a lente de contato. Era super cara e trabalhosa, tinha que ferver todos os dias, um momente de cuidados. Aos 23 anos me livrei disto tudo. Não tem preço enxergar o shampoo no banho depois de 15 anos. Não teve preço acampar em machu picchu sem precisar me preocupar com a chuva embassando os óculos ou com os cuidados de higiene da lente de contato.
Grande parte dos meus amigos que também operaram, tiveram suas míopias (ou parte delas) retornadas. Felizmente ainda não fui inclusa neste grupo. Nem tampouco, pela idade, no grupo dos que precisam de óculos para ler. Ainda tenho alguns anos para aproveitar.
E eis, que subitamente, as animações que eu tanto gosto de ver no cinema, passam a exigir óculos, porque são 3D. Why the hell???
Não me faz diferença se os balões do Mr. Friederissen estão a um palmo de distância. A beleza deles está nas cores e nos sonhos, e não na proximidade.
E fiquei pensando em quem é míope e tem que colocar um óculos sobre o outro. Que chatice!
A miopia sai de você, mas você não sai da miopia!
domingo, 16 de agosto de 2009
Fortune teller
Quando aprendi o tempo verbal do futuro em inglês, me lembro que a lição era de uma cartomante. You are going to, you will, etc.
Sempre fui do tipo que fico com um olho no agora, mas meio míope ainda, e um olho com uma visão tentando ser bem aguçada no futuro. Eta pêndulo entre passado e futuro, que quase nem para no presente.
Uma mistura de nostalgia com uma antecipação.
Hoje eu soube de uma teoria que o mundo vai acabar em 2012. Bom, ja sobrevivemos a 1999, nao me parece muito provavel que acabem em 2012. Me disseram que trata-se de uma profecia asteca, mas convenhamos, que o mundo já acabou para os astecas há bem mais tempo, lamentavelmente.
Se acabar em 2012, será uma pena. Até lá, eu já terei ido para muitos lugares, mas ainda faltarão muitos outros. Na minha lápide (se o mundo acabar, acho que não terei lápide!) gostaria que estivesse escrito que agora fui para o único lugar que faltava conhecer. Que bom que ainda faltam tantos...
E por falar em cartomante, se tudo der errado na minha vida profissional e se eu precisar virar estelionatária para sobreviver, esta será minha escolha de profissão.
Consigo me imaginar, falando seriamente, para a pessoa na minha frente, alguns chavões. Enquanto isto não acontece, em vez de ganhar dinheiro com isto, vez em quando eu jogo dinheiro no lixo com isto!
]
Sempre fui do tipo que fico com um olho no agora, mas meio míope ainda, e um olho com uma visão tentando ser bem aguçada no futuro. Eta pêndulo entre passado e futuro, que quase nem para no presente.
Uma mistura de nostalgia com uma antecipação.
Hoje eu soube de uma teoria que o mundo vai acabar em 2012. Bom, ja sobrevivemos a 1999, nao me parece muito provavel que acabem em 2012. Me disseram que trata-se de uma profecia asteca, mas convenhamos, que o mundo já acabou para os astecas há bem mais tempo, lamentavelmente.
Se acabar em 2012, será uma pena. Até lá, eu já terei ido para muitos lugares, mas ainda faltarão muitos outros. Na minha lápide (se o mundo acabar, acho que não terei lápide!) gostaria que estivesse escrito que agora fui para o único lugar que faltava conhecer. Que bom que ainda faltam tantos...
E por falar em cartomante, se tudo der errado na minha vida profissional e se eu precisar virar estelionatária para sobreviver, esta será minha escolha de profissão.
Consigo me imaginar, falando seriamente, para a pessoa na minha frente, alguns chavões. Enquanto isto não acontece, em vez de ganhar dinheiro com isto, vez em quando eu jogo dinheiro no lixo com isto!
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Ora Horas!
Meu relógio quebrou.
Era um relógio bem sem gracinha, mas com alguns quesitos fundamentais: números, era pequeno para acomodar-se bem no meu pulso ínfimo e era discreto (o relógio, não meu pulso).
Resolvi fazer uma tentativa: não vou mais usar relógio. Tenho como saber as horas no celular, no computador, no painel do carro. Suficiente.
Além disto, tenho um relógio biológico dentro de mim. Quando o estômago começa a grudar nas costas e a roncar: são 11hs da manhã. Ainda tem que esperar 1 hora para os restaurantes abrirem. Quando dá uma vontade louca de fazer xixi, faltam ainda 15 min para chegar em casa, quando o melhor do sonho está em curso, eu estou voando, ou nadando com as baleias, é a hora de acordar e ir trabalhar. Quando começa a dar um friozinho na barriga, é domingo 23hs, quase segundona.
Lembrei que existem 2 tipos de pessoas que não usam relógio: aquelas que verdadeiramente não se importam que horas são, que chegam atrasadas invariavelmente para tudo, que não sabem nem que dia da semana estão, e aquelas que pretensamente não ligam para as horas, mas na verdade, passam o dia todo perguntando para quem está ao lado: que horas são?
Conclui que não me enquadro em nenhum dos dois grupos e comprei um relógio novo. Foram 48hs sem meu companheiro fiel, aquele que legitimiza a minha fome, que me acompanha nas horas aflitas em que estou atrasada para algo, que me ajuda a passar pelo tédio, enfim que faz parte do meu corpo.
Considerando que não tenho idéia se alguém ainda lê o que escrevo, e a falta de comentários, aproveito para me perguntar: será que é hora de aposentar este blog?
Era um relógio bem sem gracinha, mas com alguns quesitos fundamentais: números, era pequeno para acomodar-se bem no meu pulso ínfimo e era discreto (o relógio, não meu pulso).
Resolvi fazer uma tentativa: não vou mais usar relógio. Tenho como saber as horas no celular, no computador, no painel do carro. Suficiente.
Além disto, tenho um relógio biológico dentro de mim. Quando o estômago começa a grudar nas costas e a roncar: são 11hs da manhã. Ainda tem que esperar 1 hora para os restaurantes abrirem. Quando dá uma vontade louca de fazer xixi, faltam ainda 15 min para chegar em casa, quando o melhor do sonho está em curso, eu estou voando, ou nadando com as baleias, é a hora de acordar e ir trabalhar. Quando começa a dar um friozinho na barriga, é domingo 23hs, quase segundona.
Lembrei que existem 2 tipos de pessoas que não usam relógio: aquelas que verdadeiramente não se importam que horas são, que chegam atrasadas invariavelmente para tudo, que não sabem nem que dia da semana estão, e aquelas que pretensamente não ligam para as horas, mas na verdade, passam o dia todo perguntando para quem está ao lado: que horas são?
Conclui que não me enquadro em nenhum dos dois grupos e comprei um relógio novo. Foram 48hs sem meu companheiro fiel, aquele que legitimiza a minha fome, que me acompanha nas horas aflitas em que estou atrasada para algo, que me ajuda a passar pelo tédio, enfim que faz parte do meu corpo.
Considerando que não tenho idéia se alguém ainda lê o que escrevo, e a falta de comentários, aproveito para me perguntar: será que é hora de aposentar este blog?
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Abostecimento e remorso
Quando eu era criança, tinha uma vizinha de porta que não economizava um bom palavrão.
Morávamos no 1o andar e me lembro do dia em que entramos no elevador, e ao invés de descer, ele subiu, e ela soltou um sonoro: BOSTA!
Eu era pequena fiquei meio assustada, simultaneamente achei graça.
Desde então, aprendi que determinadas situações exigem um belo e bom palavrão.
Semana retrasada aprendi um novo, em italiano: Cacchio. É algo mais sutil que o velho e bom catzo. Segundo o milanes que me ensinou, dá até para falar no trabalho.
O Paulo Gaudêncio diz que mágoa e ódio de freira. Compreendo
Mas acho complicado gente que diz que está aborrecido. Aborrecido para mim tem a ver com tédio, e não com estar bravo, puto da vida com algo.
Melhor pôr para fora. Um bom BOSTA na hora certa, garante um dia tranquilo depois.
Os aborrecimentos não ditos podem estragar o dia.
Tenho tentado falar menos palavrao. Cada vez mais acho que devo deixar para o momento certo, para nao banalizar. Mas hoje, neste dia cinzento, um belo BOSTA melhora o dia!
E para terminar, uma frase do L.Verissimo que li ontem no livro dele (não trata-se de corrente falsa na internet): Deus criou o mundo em seis dias, descansou no setimo e arrependeu-se no oitavo, por isto a segunda-feira é o dia do remorso!
Morávamos no 1o andar e me lembro do dia em que entramos no elevador, e ao invés de descer, ele subiu, e ela soltou um sonoro: BOSTA!
Eu era pequena fiquei meio assustada, simultaneamente achei graça.
Desde então, aprendi que determinadas situações exigem um belo e bom palavrão.
Semana retrasada aprendi um novo, em italiano: Cacchio. É algo mais sutil que o velho e bom catzo. Segundo o milanes que me ensinou, dá até para falar no trabalho.
O Paulo Gaudêncio diz que mágoa e ódio de freira. Compreendo
Mas acho complicado gente que diz que está aborrecido. Aborrecido para mim tem a ver com tédio, e não com estar bravo, puto da vida com algo.
Melhor pôr para fora. Um bom BOSTA na hora certa, garante um dia tranquilo depois.
Os aborrecimentos não ditos podem estragar o dia.
Tenho tentado falar menos palavrao. Cada vez mais acho que devo deixar para o momento certo, para nao banalizar. Mas hoje, neste dia cinzento, um belo BOSTA melhora o dia!
E para terminar, uma frase do L.Verissimo que li ontem no livro dele (não trata-se de corrente falsa na internet): Deus criou o mundo em seis dias, descansou no setimo e arrependeu-se no oitavo, por isto a segunda-feira é o dia do remorso!
terça-feira, 14 de julho de 2009
Jericoacoara
Dia 1: festa julila - festival de quadrilha.
Perolas do apresentador:
- Esta quadrilha tem brilho, requinte e recanto (!)
- O melhor de Jeri, é o nordeste (?)
- Aproveitem para aproveitar a culinaria nordestina, pizza, baiao de 2.
- Vamos dar continuicao a festa (vixe)
- Os patrocinadores sao: mercado jacare, pousada mauricio, e muitos outros que eu estou lembrando agora
- Vou fazer um comunicativo
- Este bebe (que tinha alguns meses) e o futuro da cultura nordestina, e ano que vem, estara aqui dancando quadrilha (o nene deve ser um prodigio!)
Dia 2: 10 hs de vigilia, 14 hs dormindo. Encontro com velho amigo: o vinho - Le vin
Alugou uma casa a 100m da minha pousada. Tem um sapo monstruoso de grande morando na cozinha. Achamos que ele esta fazendo lista de casamento, pq passa parte do tempo mirando a geladeira, e depois vira e mira o fogao.
Estrategia do meu amigo para afugenta-lo: bater palmas. Ate agora nao funcionou nadica.
Dia 3: Tive que colocar o despertador para acordar depois de longa siesta para ver o por do sol - lindo!
Dia 4: passeio, praia, camarao no almoco e no jantar
Dia 5: intoxicacao alimentar - maca, bolacha e agua all day long...
Jogo de baralho na sombra, narrado pelo galvao bueno da italia (e serio!). O cara ta na mesma pousada que nosotras.
E ainda tem varios dias pela frente...
Dia 1: festa julila - festival de quadrilha.
Perolas do apresentador:
- Esta quadrilha tem brilho, requinte e recanto (!)
- O melhor de Jeri, é o nordeste (?)
- Aproveitem para aproveitar a culinaria nordestina, pizza, baiao de 2.
- Vamos dar continuicao a festa (vixe)
- Os patrocinadores sao: mercado jacare, pousada mauricio, e muitos outros que eu estou lembrando agora
- Vou fazer um comunicativo
- Este bebe (que tinha alguns meses) e o futuro da cultura nordestina, e ano que vem, estara aqui dancando quadrilha (o nene deve ser um prodigio!)
Dia 2: 10 hs de vigilia, 14 hs dormindo. Encontro com velho amigo: o vinho - Le vin
Alugou uma casa a 100m da minha pousada. Tem um sapo monstruoso de grande morando na cozinha. Achamos que ele esta fazendo lista de casamento, pq passa parte do tempo mirando a geladeira, e depois vira e mira o fogao.
Estrategia do meu amigo para afugenta-lo: bater palmas. Ate agora nao funcionou nadica.
Dia 3: Tive que colocar o despertador para acordar depois de longa siesta para ver o por do sol - lindo!
Dia 4: passeio, praia, camarao no almoco e no jantar
Dia 5: intoxicacao alimentar - maca, bolacha e agua all day long...
Jogo de baralho na sombra, narrado pelo galvao bueno da italia (e serio!). O cara ta na mesma pousada que nosotras.
E ainda tem varios dias pela frente...
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Mais uma da série: Strange people around me
Ontem fui ao cinema com dois amigos.
Um deles escolheu o filme: “Trama Internacional”, bem chatinho (o filme, não o amigo que escolheu). E eis que no meio do filme ele se deu conta de que já tinha assistido. Primeiro achou que já tinha visto o trailer, depois achou que o trailer já visto era deveras longo, até que se lembrou que assistiu no avião!
A pior cena do filme é um tiroteio que acaba com o Guggenheim. Fica todo esburacado. Um pecado. E a única parte que valeu a pena, foram as tomadas aéreas de Milão, Istambul e New York.
Mais estranho foi o outro amigo, que eis que saca sabe-se lá de onde um sanduíche. Sim, o cara levou lanche para o cinema! E era um sanduba de mortadela. Inacreditável. E para complementar, experimentou uma torta holandesa, entre uma mordida e outra do sanduba.
E minha amiga foi fazer drenagem linfática, e teve que sair às pressas, porque o cara que faz lambeu a mão dela. Sim, vocês leram corretamente. O cara lambeu a mão dela. Não havia nenhuma desculpa para este ocorrido. Ela levantou-se e foi embora.
E para finalizar, fui a uma festa no sábado à noite e tinha lá um físico, amigo do aniversariante, que foi fazer mestrado na antiga ex União Soviética, em 1989, sim o ano da queda do muro. Ele tinha histórias ótimas, pena que deve ter aprendido oratória com o Suplicy, porque falava em um só tom de voz, e dava um sono....
Ele me lembrou de algo muito curioso que eu tinha esquecido. Quando fui para Rússia em 98, fui de Aeroflot e tinha uma escala na Ilha do Sal. E eis que no banheiro, haviam 2 torneiras: uma de água doce e uma de água do mar. Bem prático, principalmente se você emergencialmente precisar completar a água do seu aquário no aeroporto.
Um deles escolheu o filme: “Trama Internacional”, bem chatinho (o filme, não o amigo que escolheu). E eis que no meio do filme ele se deu conta de que já tinha assistido. Primeiro achou que já tinha visto o trailer, depois achou que o trailer já visto era deveras longo, até que se lembrou que assistiu no avião!
A pior cena do filme é um tiroteio que acaba com o Guggenheim. Fica todo esburacado. Um pecado. E a única parte que valeu a pena, foram as tomadas aéreas de Milão, Istambul e New York.
Mais estranho foi o outro amigo, que eis que saca sabe-se lá de onde um sanduíche. Sim, o cara levou lanche para o cinema! E era um sanduba de mortadela. Inacreditável. E para complementar, experimentou uma torta holandesa, entre uma mordida e outra do sanduba.
E minha amiga foi fazer drenagem linfática, e teve que sair às pressas, porque o cara que faz lambeu a mão dela. Sim, vocês leram corretamente. O cara lambeu a mão dela. Não havia nenhuma desculpa para este ocorrido. Ela levantou-se e foi embora.
E para finalizar, fui a uma festa no sábado à noite e tinha lá um físico, amigo do aniversariante, que foi fazer mestrado na antiga ex União Soviética, em 1989, sim o ano da queda do muro. Ele tinha histórias ótimas, pena que deve ter aprendido oratória com o Suplicy, porque falava em um só tom de voz, e dava um sono....
Ele me lembrou de algo muito curioso que eu tinha esquecido. Quando fui para Rússia em 98, fui de Aeroflot e tinha uma escala na Ilha do Sal. E eis que no banheiro, haviam 2 torneiras: uma de água doce e uma de água do mar. Bem prático, principalmente se você emergencialmente precisar completar a água do seu aquário no aeroporto.
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