Recentemente descobri que cada membro de minha família pronuncia nosso sobrenome comum de formas diferentes. Há espaço para um sotaque mais afrancesado, mais polaco ou totalmente abrasileirado, espaço para o M mais ou menos pronunciado, com som de N ou não, T mudo ou não tão mudo assim, somente um pouco fanho, etc.
Um dia destes, um dos meus primos, no check in da companhia aérea foi soletrar o sobrenome e a atendente interrompeu:
- Meu senhor, preciso do seu sobrenome, e não do código da reserva.
É verdade, temos que reconhecer que este sobrenome parece um código de reserva. Aqui, no Brasil. No check-in de alguma companhia do leste europeu, talvez um Souza pareça código de reserva. Muita vogal numa palavrinha tão pequena...
Eu sei que existe uma convenção para soletrar. Não estou me referindo a uma música infantil que falava: a de amor, b de baixinho, c de coração Estou falando de uma convenção que penso que deve vir da época do Telex.
A de amor;
B de bola
C de casa;
D de dado...
Me dei conta de que eu utilizo muitos animais para soletrar:
E de elefante, M de macaco (quando a maioria das pessoas, diz M de Maria), T de tatu, R de rato, mas o que me impressionou foi nesta semana, ouvir a seguinte forma de soletrar: T de tamanco. Tamanco? E não parou por aí... S de sapato. Fiquei estupefata. Fiquei pensando se será que é possível encontrar letras para todos os tipos de calçados! E de escarpin, C de chinelo, H de Havaianas! P de pantufas!
Me lembrei que um dia, uma pessoa do meu lado, no trabalho, tinha que soletrar algo, e a pessoa do outro lado do telefone era um tanto quanto limitada, o que fez com que quem soletrasse tivesse que repetir várias vezes, até que já muito impaciente gritou, pela última vez: B de Burro, J de Jumento...
terça-feira, 16 de novembro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Funilaria
Encontrei, hoje, uma anotação nos meus papéis:
Consertar a batida do carro? Batida sobre batida.
Imagino que deve ser referente à época em que me mudei de casa e bati o carro no pilar da garagem, logo na primeira semana.
Fui aconselhada a não consertar o carro, pois sendo a garagem nova e a motorista ruim, outras batidas seriam prováveis no curto prazo. Curtíssimo prazo. A lateral do carro ficou da cor do pilar.
Esperei ainda alguns meses para consertar o estrago. Depois de consertado e da adaptação à garagem, o carro manteve-se intacto até sua venda.
E curiosamente, esta anotação reapareceu para mim um dia depois de uma conversa com uma amiga querida. Basicamente falávamos de como às vezes até dá uma desconfiança quando tudo vai bem demais. E ela soltou uma frase que vai para o rol das memoráveis:
"A gente precisa saber que depois de se ferrar muito, um dia nossa vez chega!"
Eu adorei. Foi como uma funilaria reparadora de umas batidas antigas.
E foi também como uma funilaria preventiva de possíveis batidas futuras.
Consertar a batida do carro? Batida sobre batida.
Imagino que deve ser referente à época em que me mudei de casa e bati o carro no pilar da garagem, logo na primeira semana.
Fui aconselhada a não consertar o carro, pois sendo a garagem nova e a motorista ruim, outras batidas seriam prováveis no curto prazo. Curtíssimo prazo. A lateral do carro ficou da cor do pilar.
Esperei ainda alguns meses para consertar o estrago. Depois de consertado e da adaptação à garagem, o carro manteve-se intacto até sua venda.
E curiosamente, esta anotação reapareceu para mim um dia depois de uma conversa com uma amiga querida. Basicamente falávamos de como às vezes até dá uma desconfiança quando tudo vai bem demais. E ela soltou uma frase que vai para o rol das memoráveis:
"A gente precisa saber que depois de se ferrar muito, um dia nossa vez chega!"
Eu adorei. Foi como uma funilaria reparadora de umas batidas antigas.
E foi também como uma funilaria preventiva de possíveis batidas futuras.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Fim de carreira
Esta semana um colega de trabalho se aposentou.
Sob um fundo musical de "Quero ter um milhão de amigos", de Roberto Carlos, ele foi homenageado.
Seu discurso de despedida foi muito emocionante, além dele próprio, várias outras pessoas foram levadas às lágrimas.
Em linhas gerais, ele disse que há muitas empresas onde a gente começa nossa vida profissional. Cada vez que mudamos de trabalho, é um recomeço, mas que só há uma vez e uma empresa onde terminamos nossa carreira. Discursou sobre como era terminar sua carreira profissional nesta empresa, o que isto significava para ele. Falou que teve momentos muito felizes e outros muito difíceis, mas nunca infelizes.
Tenho conversado muito com ele, nos últimos meses, sobre sua aposentadoria. Ele me conta quais são seus planos para não ficar de pijama em casa, esperando a velhice tomar conta de si.
Deve ser um planejamento difícil este. Não se trata de algo temporário, entre um trabalho e outro, e sim uma nova forma de ocupar o tempo, misturando atividades e um total usufruto do tempo totalmente descompromissado, para sempre.
Fiquei pensando também, nas relações sociais. Ninguém mais se aproximará dele somente por interesse profissional. O interesse passa a ser 100% pessoal.
O assunto me parece tão interessante que confesso que fiquei com uma pitada de inveja quando me dei conta do tempo que falta para eu me aposentar...
Sob um fundo musical de "Quero ter um milhão de amigos", de Roberto Carlos, ele foi homenageado.
Seu discurso de despedida foi muito emocionante, além dele próprio, várias outras pessoas foram levadas às lágrimas.
Em linhas gerais, ele disse que há muitas empresas onde a gente começa nossa vida profissional. Cada vez que mudamos de trabalho, é um recomeço, mas que só há uma vez e uma empresa onde terminamos nossa carreira. Discursou sobre como era terminar sua carreira profissional nesta empresa, o que isto significava para ele. Falou que teve momentos muito felizes e outros muito difíceis, mas nunca infelizes.
Tenho conversado muito com ele, nos últimos meses, sobre sua aposentadoria. Ele me conta quais são seus planos para não ficar de pijama em casa, esperando a velhice tomar conta de si.
Deve ser um planejamento difícil este. Não se trata de algo temporário, entre um trabalho e outro, e sim uma nova forma de ocupar o tempo, misturando atividades e um total usufruto do tempo totalmente descompromissado, para sempre.
Fiquei pensando também, nas relações sociais. Ninguém mais se aproximará dele somente por interesse profissional. O interesse passa a ser 100% pessoal.
O assunto me parece tão interessante que confesso que fiquei com uma pitada de inveja quando me dei conta do tempo que falta para eu me aposentar...
domingo, 11 de julho de 2010
Burca
Fiquei fascinada com as mulheres de burca em Istambul. Se eu estivesse em um país onde todas as mulheres fossem obrigada a usar burca, talvez não tivesse ficado tão estarrecida. A Turquia é um país em que cada um veste-se do jeito que bem entender.
E muitas bem entendem, ou são bem entendidas por seus maridos e famíliares que devem usar burca.
Hoje no ônibus, eu estava ao lado de uma delas. Ninjas, como são chamadas, no Marrocos, pelas mulheres que não usam burca.
Fiquei tentando imaginar como será a vida destas mulheres.
Pedi para uma delas para tirar uma foto junto com ela. Ela ficou tentada, pareceu sorrir com os olhos, mas me disse: espere, vou perguntar se posso. Correu alguns metros, perguntou ao marido. O marido me olhou desconfiado, porém percebeu que eu era uma curiosa inofensiva e assentiu com a cabeça.
A moça que tinha mais ou menos a mesma idade que eu, voltou satisfeita e tiramos uma foto juntas. Mostrei a foto a ela, e embora não pude ver, tenho certeza de que ela sorriu, Pelo menos, assim fez com os olhos.
Pedi para outra. Ela me olhou, muito, mas muito surpresa e disse: Mas, por quê?
Expliquei a ela que no meu país nenhuma mulher se cobre, que era muito diferente para mim, ver uma mulher coberta. Ela disse que eu poderia tirar a foto. Não me pareceu ter sorriso.
Pedi para tirar uma foto com um grupo de adolescentes, cobertas com véus coloridos. Elas adoraram, todas riram, e aproveitaram para tirar foto comigo também.
Pedi a mesma coisa para um grupo de meninas cobertas com véus negros. Também toparam na hora, ajeitaram seus véus, e pediram para ver a foto. Ficaram se cutucando e rindo.
De alguma forma, tentei ficar perto destas mulheres tão diferentes de mim. Na mesquita, ficando próxima na hora em que elas rezavam, só me senti mais e mais distante.
A foto foi a única forma que consegui.
E muitas bem entendem, ou são bem entendidas por seus maridos e famíliares que devem usar burca.
Hoje no ônibus, eu estava ao lado de uma delas. Ninjas, como são chamadas, no Marrocos, pelas mulheres que não usam burca.
Fiquei tentando imaginar como será a vida destas mulheres.
Pedi para uma delas para tirar uma foto junto com ela. Ela ficou tentada, pareceu sorrir com os olhos, mas me disse: espere, vou perguntar se posso. Correu alguns metros, perguntou ao marido. O marido me olhou desconfiado, porém percebeu que eu era uma curiosa inofensiva e assentiu com a cabeça.
A moça que tinha mais ou menos a mesma idade que eu, voltou satisfeita e tiramos uma foto juntas. Mostrei a foto a ela, e embora não pude ver, tenho certeza de que ela sorriu, Pelo menos, assim fez com os olhos.
Pedi para outra. Ela me olhou, muito, mas muito surpresa e disse: Mas, por quê?
Expliquei a ela que no meu país nenhuma mulher se cobre, que era muito diferente para mim, ver uma mulher coberta. Ela disse que eu poderia tirar a foto. Não me pareceu ter sorriso.
Pedi para tirar uma foto com um grupo de adolescentes, cobertas com véus coloridos. Elas adoraram, todas riram, e aproveitaram para tirar foto comigo também.
Pedi a mesma coisa para um grupo de meninas cobertas com véus negros. Também toparam na hora, ajeitaram seus véus, e pediram para ver a foto. Ficaram se cutucando e rindo.
De alguma forma, tentei ficar perto destas mulheres tão diferentes de mim. Na mesquita, ficando próxima na hora em que elas rezavam, só me senti mais e mais distante.
A foto foi a única forma que consegui.
Life experience
Passeando no Grand Baazar. Eu olhava a vitrine de uma loja, o mago-vendedor captou o meu olhar e queria que eu entrasse.
I am just looking, eu disse.
And I am just showing, foi a pronta resposta.
Não sei o que aconteceu. Fui hipnotizada. Quando dei por mim, eu já estava dentro da loja, meus colegas de trabalho, tomando chá ao meu lado e eu escolhendo um tapete. Tapete? Como eu vou levar um tapete para casa?
Não sei explicar o que houve.
Tudo o que eu sabia era que comprar um tapete subitamente tinha se tornado uma prioridade na minha vida.
O vendedor me dizia que fazer esta compra era uma experiência de vida. E inebriada por tudo a minha volta, eu acreditei.
Não fiz a compra. Resisti bravamente.
Dois dias depois, voltei ao Bazaar. Passeava despretenciosamente quando de repente ouço: olá, senhorita, seu tapete está guardado para você. Olhei, e me deparei com o vendedor-mago-hipnotizador.
E ele continuou: - seu tapete, vermelho, deixei guardado para você, venha ver.
Fui acompanhando-o como Ulisses, ouvindo o canto das sereias.
Cheguei a pensar que eles colocam algo no chá te maçã, tão habitual por la, porque lá estava eu zonza, novamente.
E desta vez, não saí sem o tapete.
Queria ter levado um muito maior, um tapete voador, mas para experiência de vida, um médio já foi o suficiente.
Suficientemente dificil de levar para casa também!
Outra life experience bem válida...
I am just looking, eu disse.
And I am just showing, foi a pronta resposta.
Não sei o que aconteceu. Fui hipnotizada. Quando dei por mim, eu já estava dentro da loja, meus colegas de trabalho, tomando chá ao meu lado e eu escolhendo um tapete. Tapete? Como eu vou levar um tapete para casa?
Não sei explicar o que houve.
Tudo o que eu sabia era que comprar um tapete subitamente tinha se tornado uma prioridade na minha vida.
O vendedor me dizia que fazer esta compra era uma experiência de vida. E inebriada por tudo a minha volta, eu acreditei.
Não fiz a compra. Resisti bravamente.
Dois dias depois, voltei ao Bazaar. Passeava despretenciosamente quando de repente ouço: olá, senhorita, seu tapete está guardado para você. Olhei, e me deparei com o vendedor-mago-hipnotizador.
E ele continuou: - seu tapete, vermelho, deixei guardado para você, venha ver.
Fui acompanhando-o como Ulisses, ouvindo o canto das sereias.
Cheguei a pensar que eles colocam algo no chá te maçã, tão habitual por la, porque lá estava eu zonza, novamente.
E desta vez, não saí sem o tapete.
Queria ter levado um muito maior, um tapete voador, mas para experiência de vida, um médio já foi o suficiente.
Suficientemente dificil de levar para casa também!
Outra life experience bem válida...
terça-feira, 29 de junho de 2010
O que houve com os envelopes?
Eu sei que desde a invenção dos e-mails, as cartas saíram de moda. Não sinto falta nenhuma. A velocidade do e-mail me agrada muito mais. No entanto, me pergunto: será que as pessoas deixaram de entender para que serve um envelope?
Nesta semana, pedi para uma pessoa deixar um documento para mim na portaria do meu prédio. Tratava-se de uma transação comercial, e a pessoa, sem a menor preocupação com discrição, deixou o envelope aberto. Claro que não se tratava de nenhuma quantia de mega sena, mas custava grampear ou colar o envelope? Precisava deixar o documento, que falava de dinheiro totalmente exposto para que qualquer pessoa na portaria consultasse?
Bom, muitas vezes algo ruim, consegue ficar pior. Fiz o check up anual. Pedi que os exames fossem entregues na minha residência. Para minha surpresa, ao chegar em casa hoje, e receber o envelope das mãos do porteiro, constava na parte de fora do envelope um protocolo de entrega: seguem os resultados dos exames relacionados abaixo:
- colpocitologia oncotica, avaliação fisiátrica, papanicolau, etc, etc, etc.
Fiquei contente de lembrar-me que estamos em plena copa do mundo, e talvez os porteiros estejam ocupados demais para perderem tempo vendo este tipo de correspondência bem interessante que tem chegado para mim nos últimos 3 dias, mas algo me diz que entre um jogo e outro, alguma olhadela houve, porque hoje o zelador me olhou com uma cara de quem estava muito preocupado com a calcificação inespecífica no meu fígado...
Nesta semana, pedi para uma pessoa deixar um documento para mim na portaria do meu prédio. Tratava-se de uma transação comercial, e a pessoa, sem a menor preocupação com discrição, deixou o envelope aberto. Claro que não se tratava de nenhuma quantia de mega sena, mas custava grampear ou colar o envelope? Precisava deixar o documento, que falava de dinheiro totalmente exposto para que qualquer pessoa na portaria consultasse?
Bom, muitas vezes algo ruim, consegue ficar pior. Fiz o check up anual. Pedi que os exames fossem entregues na minha residência. Para minha surpresa, ao chegar em casa hoje, e receber o envelope das mãos do porteiro, constava na parte de fora do envelope um protocolo de entrega: seguem os resultados dos exames relacionados abaixo:
- colpocitologia oncotica, avaliação fisiátrica, papanicolau, etc, etc, etc.
Fiquei contente de lembrar-me que estamos em plena copa do mundo, e talvez os porteiros estejam ocupados demais para perderem tempo vendo este tipo de correspondência bem interessante que tem chegado para mim nos últimos 3 dias, mas algo me diz que entre um jogo e outro, alguma olhadela houve, porque hoje o zelador me olhou com uma cara de quem estava muito preocupado com a calcificação inespecífica no meu fígado...
domingo, 13 de junho de 2010
Quem procura, acha
Aprendi que olhar gavetas alheias nunca é uma boa idéia.
Na hipótese menos nociva, a única coisa encontrada é um exemplar da bíblia nos hotéis.
Na gaveta do meu criado-mudo há muitos anos tem sempre as mesmas coisas: o espelhinho verde e a pinça de sombrancelhas, uma caneta para marcar as partes preferidas do livro que eu estiver lendo; termômetro e papel higiênico para as fases de gripe. Simples assim, mas o espelhinho verde, já muito velho, pode causar uma péssima impressão.
Em gavetas alheias, evito olhar, mas às vezes, é inevitável.
E eis que alguém foi olhar na gaveta da casa de outra pessoa e encontrou uma receita médica de como tratar hematomas! É verídico. A receita sugeria alguns cremes para suavizar hematomas.
Se dizia o que causou os hematomas, não sei. Nem é bom imaginar...
Há alguns anos, quando eu mudei de trabalho, comecei a ficar cheia de manchas roxas pelo corpo. Fiquei preocupada e fui orientada a fazer um exame de coagulação. Deu tudo normal. As manchas continuavam a aparecer, nas duas pernas. Demorou 2 semanas para eu descobrir que estava me batendo no mobiliário da empresa, sem perceber. Mudando algumas coisas de posição, nenhuma mancha nova apareceu.
Se eu tivesse uma receita médica para eliminar manchas roxas, o médico deveria ter sido bem específico: menos estabanamento.
Difícil seria seguir as ordens médicas.
Na hipótese menos nociva, a única coisa encontrada é um exemplar da bíblia nos hotéis.
Na gaveta do meu criado-mudo há muitos anos tem sempre as mesmas coisas: o espelhinho verde e a pinça de sombrancelhas, uma caneta para marcar as partes preferidas do livro que eu estiver lendo; termômetro e papel higiênico para as fases de gripe. Simples assim, mas o espelhinho verde, já muito velho, pode causar uma péssima impressão.
Em gavetas alheias, evito olhar, mas às vezes, é inevitável.
E eis que alguém foi olhar na gaveta da casa de outra pessoa e encontrou uma receita médica de como tratar hematomas! É verídico. A receita sugeria alguns cremes para suavizar hematomas.
Se dizia o que causou os hematomas, não sei. Nem é bom imaginar...
Há alguns anos, quando eu mudei de trabalho, comecei a ficar cheia de manchas roxas pelo corpo. Fiquei preocupada e fui orientada a fazer um exame de coagulação. Deu tudo normal. As manchas continuavam a aparecer, nas duas pernas. Demorou 2 semanas para eu descobrir que estava me batendo no mobiliário da empresa, sem perceber. Mudando algumas coisas de posição, nenhuma mancha nova apareceu.
Se eu tivesse uma receita médica para eliminar manchas roxas, o médico deveria ter sido bem específico: menos estabanamento.
Difícil seria seguir as ordens médicas.
Assinar:
Postagens (Atom)
